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metadata.dc.type: Tese
Title: Variabilidade genética, biologia floral e propagação in vitro da orquídea sapatinho Phragmipedium lindleyanum (R.H. Schomb. ex Lindl.) Rolfe var sargentianum (Rolfe) O. Gruss.
Authors: Hansen, Daniela de Souza
Abstract: O objetivo deste trabalho foi estudar a variabilidade genética, a biologia floral e a propagação in vitro de P. lindleyanum var. sargentianum em remanescente de Mata Atlântica no Estado da Bahia. Para o estudo da variabilidade genética foi uttilizada análise morfométrica das peças florais empregando-se métodos estatísticos univariados e multivariados. A biologia floral foi realizada por meio de observações em campo, e a propagação in vitro por meio de experimentos de germinação, multiplicação e crescimento. Houve diferença significativa entre as populações, para 11 caracteres florais, sendo as populações 2 e 3 as mais distantes geneticamente. A floração durou cerca de 2 meses e meio, e o seu pico ocorreu em setembro. As flores duraram em média 9,4 dias. A frutificação natural foi alta, assim como a frutificação após a polinização cruzada manual e autopolinização manual, e os frutos necessitaram de cerca de 75 dias para alcançarem a maturidade. Os principais visitantes florais foram os curculionídeos e as abelhas. O padrão de distribuição espacial foi agregado. Os meios de cultura compostos por 1/3 dos sais de MS na presença de luz e 1/4 dos sais de MS na ausência de luz, promoveram uma cultura rica em protocormos na germinação in vitro. A utilização de BAP na concentração de 1,0 mg.L-1 acrescido de 0,1 mg.L-1 de ANA resultou em maior número de brotos adventícios, e a concentração de 40 g.L-1 de sacarose foi a mais eficiente no crescimento in vitro das plantas.
O objetivo deste trabalho foi estudar a variabilidade genética, a biologia floral e a propagação in vitro de P. lindleyanum var. sargentianum em remanescente de Mata Atlântica no Estado da Bahia. Para o estudo da variabilidade genética foi uttilizada análise morfométrica das peças florais empregando-se métodos estatísticos univariados e multivariados. A biologia floral foi realizada por meio de observações em campo, e a propagação in vitro por meio de experimentos de germinação, multiplicação e crescimento. Houve diferença significativa entre as populações, para 11 caracteres florais, sendo as populações 2 e 3 as mais distantes geneticamente. A floração durou cerca de 2 meses e meio, e o seu pico ocorreu em setembro. As flores duraram em média 9,4 dias. A frutificação natural foi alta, assim como a frutificação após a polinização cruzada manual e autopolinização manual, e os frutos necessitaram de cerca de 75 dias para alcançarem a maturidade. Os principais visitantes florais foram os curculionídeos e as abelhas. O padrão de distribuição espacial foi agregado. Os meios de cultura compostos por 1/3 dos sais de MS na presença de luz e 1/4 dos sais de MS na ausência de luz, promoveram uma cultura rica em protocormos na germinação in vitro. A utilização de BAP na concentração de 1,0 mg.L-1 acrescido de 0,1 mg.L-1 de ANA resultou em maior número de brotos adventícios, e a concentração de 40 g.L-1 de sacarose foi a mais eficiente no crescimento in vitro das plantas.
Keywords: Plantas ornamentais
Plantas ornamentais - Brasil.
Plantas – Propagação in vitro
URI: http://hdl.handle.net/123456789/552
Issue Date: 10-Sep-2013
Appears in Collections:CCAAB - Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias (Teses)

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